Mostra pedagógica reúne comunidade nas escolas em Queimados

QUEIMADOS - Mostra cultural, culinária, diversidade, conhecimento e muita diversão marcaram a manhã do ultimo sábado em Queimados. É que foi realizado uma mostra pedagógica simultaneamente nas 29 escolas municipais da rede. A mostra desse ano foi marcada pela pluralidade e a presença maciça da comunidade, já que cada escola realizou a apresentação em sua própria unidade, oportunizando a maior participação dos vizinhos, pais e amigos das escolas. Cada local escolheu seu próprio tema, e realizou trabalhos relacionados a ele.

A secretária de Educação, professora Miriam Motta, realizou uma ronda nas escolas e explicou a mudança neste ano de uma mostra realizada em um único local para a realização em cada unidade escolar. “Quando juntamos todas as escolas em um único local acabamos não conseguindo atingir a comunidade, que precisa se deslocar para ir até este local. Por isso, neste ano decidimos fazer em cada unidade, para que a comunidade pudesse estar presente e prestigiar os alunos, que moram na localidade. E o resultado está lindo com a integração entre a população e as escolas”, comentou.

Com o tema “Mostra sua cara – Carneirão maluquinho por Ziraldo”, a escola Nelson Carneiro realizou uma mostra totalmente voltada para a africanidade com confecção de máscaras, feijoada e até uma releitura dos personagens de Tarcila do Amaral, transformando-os em personagens negros. A diretora da unidade, Silvana de Melo, explica que a iniciativa faz parte da inclusão da história dos negros na grade curricular. “É uma forma de educar nossas crianças e difundir o respeito à cultura negra. Nossa escola toda trabalhou o ano inteiro no mesmo objetivo e hoje é a culminância deste trabalho”, destacou.

Já a diretora interina da Joaquim de Freitas, Naíza Costa, contou, orgulhosa, que a unidade realizou em conjunto a mostra pedagógica e uma feira de ciências. “Nossa equipe se uniu para que hoje nossos alunos pudessem mostrar aos pais e a comunidade um pouco de tudo o que foi trabalhado durante o ano escolar. Realizamos oficinas de ciências, como eletromagnética, e também contação de histórias de mostra de dança sobre a africanidade e os pais ficaram encantados. E a chance de ter integrar a escola e a comunidade”, frisou.



Via PMQ
01/12/2014

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