Carlos Vilela é empossado e anuncia medidas para conter a crise


QUEIMADOS - O prefeito eleito de Queimados, Carlos de França Vilela (PMDB) e o vice Carlos Machado de Oliveira (PSDB) foram empossados neste domingo (1), em cerimônia realizada pela Câmara de Vereadores no Ginásio de Esportes da Escola Municipal Metodista. Entre as primeiras medidas anunciadas pelo gestor estão o contingenciamento de salários dos servidores comissionados – secretários vão ganhar pouco mais de R$ 3 mil e os demais funcionários R$ 937 – e a redução de secretarias de 25 para 19, visando conter a crise econômica nacional.

Um pouco mais cedo aconteceu a sessão de posse dos 17 novos vereadores eleitos e a eleição da nova mesa diretora para o próximo biênio 2017/2018. Milton Campos foi reeleito presidente da casa. Os vereadores Antônio Chrispe, o Tuninho Vira Virou, e a Dr. Fátima Sanches foram eleitos vice-presidente e secretária, respectivamente.

A solenidade contou com uma homenagem especial ao ex-prefeito Max Lemos, padrinho político de Vilela. Vilela e Machado preparam um filme com depoimentos de amigos, familiares e políticos e condecoraram Lemos com uma placa “pelos relevantes serviços prestados durante o seu mandato”. O evento contou ainda com apresentação musical do artista local, Sérgio Louzada.

Já na posse, Vilela deu início aos trabalhos à frente da prefeitura. Além de apresentar oficialmente os secretários que vão atuar em seu governo à população, ele anunciou uma série de medidas, entre elas a manutenção do contingenciamento de salários para os cargos comissionados por período indeterminado "para continuar enfrentando a crise econômica" e reuniões com o secretariado para planejar ações emergenciais de combate à Dengue e para minimizar os efeitos das chuvas de verão.

- Chego à prefeitura no maior desafio da minha vida profissional. Por dois aspectos: a responsabilidade de suceder o melhor prefeito da história da nossa terra e segundo no centro da maior crise econômica das últimas três décadas. Posso garantir que não haverá desanimo, falta de fé e principalmente falta de dedicação, austeridade e muito trabalho - , destacou Vilela.

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